Elogie do jeito Certo

07/05/2011

Por Marcos Meier*

Recentemente um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos.

O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!” … e outros elogios à capacidade de cada criança.

O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!” … e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si. Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência.

As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa.

A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”. As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado. Nós sabemos de muitos casos de jovens considerados inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens “médios” obterem a vitória. Os inteligentes confiaram demais em sua capacidade e deixaram de se preparar adequadamente. Os outros sabiam que se não tivessem um excelente preparo não seriam aprovados e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas.

No entanto, isso não é tudo. Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado.

Nossos filhos precisam ouvir frases como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo… você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram… você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu video game foi muito legal, você é um bom amigo”. Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real.

Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que linda você é amor”, “acho você muito esperto meu filho”, “Como você é charmoso”, “que cabelo lindo”, “seus olhos são tão bonitos”. Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente.

* Marcos Meier é psicólogo, professor de Matemática e mestre em

Educação. Especialista na teoria da Modificabilidade Estrutural
Cognitiva de Reuven Feuerstein, em Israel. Também conhecida como
teoria da Mediação da Aprendizagem.


10 Mandamentos do Otimismo

16/09/2009

1- Hoje é o dia mais importante da sua vida. Não o sobrecarregue com lembranças dolorosos do ontem, nem com temores covardes do amanhã. Viva o dia de hoje com entusiasmo e harmonia.

2- Construa você mesmo sua Vida. Não permita que opiniões e erros alheios o conduzam ao fracasso.

3- Irradie amor, carinho e simpatia. Não guarde seus tesouros espirituais, pois, quando mais alegria e amor espalhares, mais feliz será.

4- Não espere pelos outros. Tua grande fonte de energia está em ti mesmo- se souberes utilizá-la verás quanto já és próspero e forte.

5- Seja pontual, sincero e exigente consigo mesmo. Quem não se disciplina desperdiça tesouros de energia física e mental, acabando por destruir-se , lembre-se que o tempo deve ser usado com sabedoria.

6- Cuide de teu corpo e tua mente, conservando ambos sadios. Como os males de um se refletirão no outro, os dois merecem, por igual, ter cuidado. Alimente sua mente com pensamentos positivos e saudáveis para que seja refletido em seu corpo.

7- Tenha paciência. Jamais duvide da vida e de que a vitória pertence aos que sabem esperar o momento certo de agir. Não tenha pressa, tudo tem seu tempo.

8- Fuja da extravagância e do desperdício. Os dois são próprios do desequilíbrio. A vida é um bem inestimável.

9- Faça diariamente uma avaliação de tua vida. Veja o que realmente deve dar importância, se não estás desperdiçando seu tempo com coisas inúteis como preconceitos e ressentimentos, pois tudo gira em torno da paz e harmonia.

10- Ao tomar uma decisão consistente e livre, jamais te afaste dela. Seja seguro em suas decisões. Saber querer é a base para vencer. Com otimismo tudo se resolve.


Agende uma visita de avaliação sem compromisso

06/09/2009

CARTAZETE blog


Importância do ELOGIO

19/08/2009

Assim como as frases mágicas “Por favor”, “Com licença”, “Obrigado(a)” e “Desculpe-me” têm o dom de transformar nosso dia devido à entonação, vibração e otimismo. Um elogio, quando dito com carinho e verdade, tem o poder de recarregar nossas energias. Elogios nada mais são do que percepção, incentivo, observação positiva e otimista para que o elogiado mantenha um padrão qualitativo, tanto no lado pessoal quanto no serviço prestado ou no produto oferecido. O elogio, quando sincero e dito com discrição, fortalece a amizade e a auto-estima do elogiado.

Elogie as pessoas a sua volta com freqüência … Um pequeno gesto valorizando grandes esforços!!

Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde nota-se que os membros das famílias brasileiras estão cada vez mais frios, mais distantes, não existe mais carinho, não valorizam mais as qualidades, só se ouvem críticas.

As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando os defeitos dos outros. Por isso, os relacionamentos de hoje não duram.

A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda.

Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando, sendo amigos. Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência são pessoas que tem a obrigação de cuidar do corpo, do rosto.

Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias.

A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios. Acabam com seus casamentos, acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.

Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, alunos, subordinados.

Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.

Vamos observar o que as pessoas gostam.

O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo quer se sentir querido, a boa dona de casa valorizada, a mulher que se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro.

É impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.

Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando de alguma forma?

Comece agora!


Retorno as aulas sem dificuldades

18/08/2009

Folheto Ensino Medio


Tutores na GLOBO – PEGN-Pequenas Empresas Grandes Negócios

13/08/2009


O FRACASSO ESCOLAR

28/07/2009

Contexto Familiar :

  • Aumento no número de crianças com dificuldade escolar
  • Grande competitividade no mercado de trabalho que exige maior dedicação de tempo dos pais
  • Vida escolar e pessoal desestruturadas

A Família:

  • Despreparo da família.
  • Falta de tempo.
  • Falta de estrutura emocional (psicológica).

O Papel da Mãe:

  • Vários papéis desempenhados
  • Falta de tempo
  • Despreparo para lidar com tantas situações do dia-a-dia.

O que a Mãe Deve Fazer Nesta Situação?

  • Largar o emprego e dedicar-se a família?
  • Caso isso ocorra, não teríamos uma mulher pouco realizada?
  • Devido a essas dificuldades ela pode deixar de ampliar sua família?
  • Essa mãe deixa de dedicar-se a todos os filhos?

Fatores que Acarretam a Dificuldade Escolar:

  • Uma resposta insuficiente do aluno àquilo que  é  exigência da escola 
  • Fatores internos (correlatos ao aluno)
  • Fatores externos (perspectiva da escola e dos pais) 
  • Fatores sociais (cobranças da sociedade e do meio)
  • Características que Favorecem o Fracasso Escolar:
  • Professores desmotivados.
  • Salas de aula com número excessivo de alunos.
  • Professores não pesquisam os déficits apresentados  pelos alunos.
  • Falta de treinamento dos professores sobre as dificuldades  de aprendizagem.
  • Aluno desinteressado pelos estudos e com dificuldade de   adaptação.

O Estigma dos 80% e a Realidade dos 20%

  • Sugere-se que uma criança classificada com desenvolvimento educacional deficitário sofra de uma deficiência intrínseca, enquanto, na verdade, ela é decorrente de falhas no ambiente cultural  e social.
  • Perpetua-se uma diferença clara entre dois grupos de crianças: os portadores e os não portadores de deficiências.        

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